Gabriella Federico, Mônica, Elisa Moura, Fatinha, Hélida e Kelvia.
Participação especial de Dihelson Mendonça
Gabriella Federico, Mônica, Elisa Moura, Fatinha, Hélida e Kelvia.
Participação especial de Dihelson Mendonça
“Elisa Moura...
A princípio você pensa que é uma cantora da noite. Mas, não. Ela tem uma voz própria, macia, peculiar as grandes intérpretes. Então você descobre que está diante de uma grandeza artística bem rara. Você suspira aliviado e diz: Como é bom poder ouvi-la e vê-la. Elisa, o Crato tem muito a agradecê-la.”
Abidoral Jamacaru
“Há, sim, novidades nos palcos e nas apresentações dos tons e melodias. Há Elisa Moura, ave canora que ilumina o coração da gente, que canta qual quem ama cantar. Vive a arte da música pelos caminhos desta vida em jornada que desenvolve a medida dos passos que harmoniza sua viagem artística. Pessoa de sensibilidade aguçada, Elisa irradia seu canto feliz na festa dos tempos em meio à natureza dos momentos bons que nos transmite. Quer reviver na alegria da voz o prazer de elaborar trabalho autêntico, saber adquirido nos corais por onde cantou, nas amizades que fez e faz, nos admiradores que reúne em volta do trabalho que lhe revela aonde pousar o modo suave do íntimo ser da criatura.
Vem, assim, através de brilho doce e hora nova da manhã para abrir luzes ao nascer da outra música brasileira do renascimento, após noites escuras e longas. Traz canto propulsor, forma de melodias e talento fortes, respeitado por quem conhece, dotado de personalidade e amor ao que realiza.
Menestréis, por tudo isso, pedem lugar das atenções dos que apreciam música de qualidade. Ouvir e viver o âmago e bem querer as novidades da estrela, que manifesta páginas de fluir sentimentos, talento e juventude.”
Emerson Monteiro